sábado, 8 de junho de 2013

INIMIGO

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ESTER 7

Ester denuncia Hamã

1 Entraram, pois, o rei e Hamã para se banquetearem com a rainha Ester.

2 Ainda outra vez disse o rei a Ester, no segundo dia, durante o banquete do vinho:  Qual é a tua petição, rainha Ester?  e ser-te-á concedida;  e qual é o teu rogo?  Até metade do reino se te dará.

3 Então respondeu a rainha Ester, e disse:  Ó rei!  se eu tenho alcançado o teu favor, e se parecer bem ao rei, seja-me concedida a minha vida, eis a minha petição, e o meu povo, eis o meu rogo;

4 porque fomos vendidos, eu e o meu povo, para sermos destruídos, mortos e exterminados;  se ainda por servos e por servas nos tivessem vendido, eu teria me calado, ainda que o adversário não poderia ter compensado a perda do rei.

5 Então falou o rei Assuero, e disse à rainha Ester:  Quem é e onde está esse, cujo coração o instigou a fazer assim?

6 Respondeu Ester:  Um adversário e inimigo, este perverso Hamã!  Então Hamã ficou aterrorizado perante o rei e a rainha.

7 E o rei, no seu furor, se levantou do banquete do vinho e entrou no jardim do palácio;  Hamã, porém, ficou para rogar à rainha Ester pela sua vida, porque viu que já o mal lhe estava determinado pelo rei.

8 Ora, o rei voltou do jardim do palácio à sala do banquete do vinho;  e Hamã havia caído prostrado sobre o leito em que estava Ester.  Então disse o rei:  Porventura quereria ele também violar a rainha perante mim na minha própria casa?  Ao sair essa palavra da boca do rei, cobriram a Hamã o rosto.

9 Então disse Harbona, um dos eunucos que serviam diante do rei:  Eis que a forca de cinqüenta côvados de altura que Hamã fizera para Mardoqueu, que falara em defesa do rei, está junto à casa de Hamã.  Então disse o rei:  Enforcai-o nela.

10 Enforcaram-no, pois, na forca que ele tinha preparado para Mardoqueu.  Então o furor do rei se aplacou.

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